Curvas escandinavas

Enviado em 13/12/2011 por André Felipe Ynouye

As brasileiras que me desculpem, mas as curvas escandinavas são fantásticas!

Calma, não estou falando das praias, do samba ou carnaval, tampouco das nossas mulatas, até porque de curvas elas entendem muito bem, e nós também. Mas há algo que nós brasileiros temos de concordar, tem mais gente que entende de curvas tão bem quanto nós.

Não há uma peça de mobiliário, utilitário, tecnológico ou automobilístico que não sofreu tal inspiração em algum momento no design escandinavo, bastante limpo em seu layout e muito comunicativo em suas curvas. Contrário a muitos projetos que apresentavam curvas vazias apontando formas orgânicas nonsenses e embriagadas, o movimento escandinavo trazia formas ricas que investiam na funcionalidade e numa identidade típica escandinava.

Na atualidade, as curvas escandinavas são tão famosas e populares, que se posicionam no subconsciente do consumidor como elementos de desejo e alto valor agregado. Afinal, quem nunca desejou a Egg Chair de Arne Jacobsen, a Panton Chair de Verner Panton, ou então um C30/S60/XC60/XC90 que possuem uma identidade tão forte e exclusiva no seu design que facilmente identificamos como Volvo.

Para ficar mais fácil de ilustrar a riqueza dessas curvas, um caso prático: quem encara quilômetros diários de trânsito já deve ter avistado um pouco a frente um Volvo, que independente do modelo é rapidamente associado à marca e se destaca dos demais pela sua forte identidade impressa nas curvas inconfundíveis do design traseiro.

Cá entre nós, mesmo sabendo que cobiçar a do próximo é pecado, quem nunca olhou para as curvas dessa traseira e teve o desejo de possuir esse Volvo, sem malícias.