3 propostas para a Estação Central de Nova York

Enviado em 05/11/2012 por André Felipe Ynouye

Durante toda a história da cidade de Nova York, o crescimento urbano foi acompanhado por grandes gestos cívicos. O equilíbrio entre esse crescimento e sua resposta cívica tem sido visto em exemplos como o "Plano do Comissário" de 1811, que definiu a malha urbana da cidade e trouxe duas resoluções de zoneamento dando potencial para o desenvolvimento privado dar forma aos espaços públicos como a estação central e parques.

Até 2019, o departamento de planejamento da cidade está preparado para uma nova fase de crescimento urbano. Consequencia dessa visão, a SOM, escritório de arquitetura e urbanismo com unidades nos principais estados norte-americanos e países como Londres, Hong Kong, Shangai, Abu Dhabi e Mumbai, propõe três soluções com o objetivo de proporcionar melhorias para a qualidade do espaço público em torno da Estação Central de Nova York.

A primeira solução alivia o congestionamento de pedestres na rua, reestruturando os espaços públicos de propriedade privada (as chamadas POP) para criar corredores de pedestres através das quadras, conectando a estação com os arredores. Uma solução bastante parecida com o que conhecemos hoje por galerias comerciais que cortam edifícios e quarteirões.

A segunda é uma condensação do domínio público através de criação de níveis adicionais de espaços públicos tanto acima quanto embaixo da terra.

A terceira proposta cria uma plataforma de observação circular, suspenso sob a Estação Central, revelando um panorama de 360º da cidade. Este espaço público se move verticalmente, trazendo pessoas dos diversos níveis/pavimentos até o skyline de Nova York.