
Neste final de semana, 20 de fevereiro, fui convidado pela Volvo para cumprir o Circuito R-Design - #circuitoRDesign - uma árdua tarefa (até parece! rs) de pilotar um C30 T5 RDesign para visitar lugares fantásticos recheados de cultura, arte, e gastronomia.
Como tenho muito o que contar, vou separar o Circuito Volvo R-Design em três partes: a primeira, eu conto sobre o MAM-SP, a segunda é bem gastronômica, e a terceira leva uma suave dose de Tomie Ohtake e Lions Club.
Para quem ainda não sabe, fui convidado pela Volvo Cars Brasil para ser um dos 5 embaixadores da marca nas redes, e faz parte do trabalho participar da inserção da Volvo nos contextos estratégicos da marca.
E apenas para ambientar, o Volvo C30 T5 R-Design é a versão mais estupenda do C30, com um motor 2.5 turbo de 5 cilindros, com 230 cavalos de potência.
Meu roteiro começaria com a contemplação das obras do MAM-SP (no Parque do Ibirapuera), mas acabei gastando uns 30 minutos contemplando o C30 na minha garagem, que por sinal ficou lindo na minha vaga!

Aliás, vale observar que o C30, incrivelmente participa iconicamente nas mais diversas paisagens urbanas, em todos os lugares que passamos (eu e minha senhora), o carro parecia mais um objeto de arte para contemplação, dá até vontade de colocar a placa "Não toque", mas é legal ver as pessoas admirando.

Enfim, voltando ao nosso passeio, começamos com o MAM-SP, localizado dentro do Parque do Ibirapuera (portão 3). Fazia muito tempo que eu não ia lá, logo que cheguei levei um susto com uma enorme parede pintada pelos Gêmeos, maravilhosa!

Lá, fizemos uma visita guiada com a Fernanda, que aliás recomendo muito: super atenciosa, inteligente, e adora desenvolver os temas e discutí-los de uma forma mais despojada sem compromissos com a formalidade da arte. Começamos a visita com a sala Judith Lauand, que traz alguns recortes concretistas da artista entre 1950 e 1970.

Judith Lauand, nasceu em Pontal (interior de SP) em 1922 e carrega no ano de 1954 um marco em sua obra. Foi quando, dois anos depois de trocar Araraquara por São Paulo com a família, aderiu definitivamente ao concretismo, sob a influência de Geraldo de Barros e Alexandre Wollner. Foi a única mulher a integrar o Grupo Ruptura e participou da emblemática 1ª Exposição nacional de arte concreta.
A visita ainda continuou com a exposição Ordem e Progresso: vontade construtiva na arte brasileira, com curadoria de Felipe Chaimovich, trazendo cerca de 80 obras do acervo do museu que mostram como o ideal de país do futuro dos anos 50, representado pela assertividade resplandecente do concretismo, se contrapõe a manifestações artísticas que transgridem o rigor formal e apontam para outras visões de Brasil.







O MAM é certamente um passeio delicioso, que pode ser feito em 1 ou 2 horas tranquilamente. Vale ressaltar que a entrada é gratuita aos domingos e o passeio pode ser encerrado muito bem com uma volta pelo Parque do Ibirapuera, delicioso!


Depois do passeio, fomos ao Dalva e Dito, restaurante do renomado chef Alex Atala, história que você poderá acompanhar no post em sequência aqui.