
Continuando a série Circuito R-Design, a bordo de um C30 T5 R-Design inesquecível, fomos (eu e minha senhora) ao restaurante Dalva e Dito do chef celebridade Alex Atala.
Saindo do Parque do Ibirapuera, enchendo os olhos dos passantes que nos viam de C30, imaginei como quão cotidiano seria integrar nosso simpático e modesto Volvo numa das ruas mais elegantes e high society de São Paulo, a Oscar Freire.

A sensação de estar invisível em um ambiente completamente miscível, dentro de um dos carros mais fabulosos da Volvo, foi nula, pois mesmo na Oscar Freire nosso C30 chamou muita atenção.
Confesso que ao receber o roteiro do Circuito Volvo R-Design fiquei empolgadíssimo em relação ao almoço no Dalva e Dito, até porque gastronomia é cultura, não somente por suas comestíveis especialidades, mas por toda atmosfera que um bom projeto de interiores proporciona.

São pequenos detalhes, como as cores e tipos de piso, os móveis rústicos que não denigrem a elegância, os detalhes quentes das paredes se contrapondo com a iluminação leve do ambiente e os utilitários muito bem selecionados complementando a leitura visual de um local que traz um pouco daquela casa no campo dos nossos avós.

Um grande detalhe, maravilhoso por sinal, é a divisória de vidro que separa o restaurante com a cozinha, que não é um mero capricho arquitetônico, ele completa a mensagem de que "você está em um dos mais importantes restaurante do mundo" e traz um equilíbrio entre um ambiente como a nossa casa de campo e a seriedade de ter uma cozinha com o chef Alex Atala no comando.

Para quem não conhece, Alex Atala é também proprietário, com mais dois sócios, do D.O.M. (considerado o 18º melhor restaurante do mundo), e é sócio também de Alain Poletto no Dalva e Dito.

Sua história é muito inspiradora, mas vou deixar o tema para uma outra ocasião. No entanto, um detalhe interessante do início de seu sucesso no Brasil, é quando foi chamado para renovar o cardápio do extinto restaurante Filomena, onde lá criou uma entrada de alho assado, item que traz no Dalva e Dito também. Fica a dica: experimente!

Fizemos nosso almoço com bastante tranquilidade, até porque o Dalva e Dito é um restaurante que não te obriga a ter pressa. Começamos pelos maravilhosos pães de entrada que merecem pelo menos uns 30 minutos de apreciação. Em seguida pedimos um palmito pupunha ao forno muito bom, mas sem grandes inovações, sua simplicidade é uma mensagem de aviso do que virá pela frente. Já no prato principal uma moqueca capixaba indescritivelmente deliciosa...
Gostaria de ter finalizado com uma degustação de sorvetes na sobremesa, mas acabou ficando para a próxima... Fica a dica: planeje seu almoço, guarde espaço, pois há muito o que experimentar.
Ao sairmos do restaurante o manobrista já estava a nossa espera com a máquina estacionada em frente ao restaurante, de portas abertas e roubando olhares de quem passava admirando os detalhes internos do C30.

Como moro na região, ignorei a próxima parada do nosso roteiro (Instituto Tomie Ohtake) e fui tirar uma soneca depois de um almoço delicioso. Veja a continuação aqui.